A queda pós-pico se dá quando o vírus não infecta mais pessoas suscetíveis, que estão vacinadas ou já foram infectadas.

O pico da variante Ômicron pode acontecer daqui a duas a três semanas no Brasil, caso a curva siga o mesmo padrão de locais como a África do Sul, onde a variante foi identificada no fim de novembro, e o Reino Unido. Logo após esse pico, a crise entraria em queda.
O número de casos também despencou no Canadá, na Austrália e em cidades populosas dos Estados Unidos, como Nova York, seguindo o mesmo exemplo.
A taxa de transmissão da variante Ômicron é quatro vezes maior do que o vírus original, o que torna a curva mais aguda. A queda do pico se dá quando o vírus não infecta mais pessoas suscetíveis, que estão vacinadas ou já foram infectadas.
Os países que adotam testagem maciça e autoisolamento, em duas semanas têm 30% de queda de casos, de acordo com informações do jornal O Globo. Autotestes, isolamento por sete dias e uso de máscaras melhores, que não de pano, reforçam a barreira.
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom, alerta que “esta pandemia está longe de terminar, e dado o incrível crescimento da Ômicron em todo o mundo, é provável que surjam novas variantes”, em entrevista coletiva em Genebra, na Suíça.

Fonte: Diario Do Nordeste.

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